Acesso à (des)informação

Televisão, rádio, jornal, internet, celular, livro, revista, fax, código morse… Basta viver por um segundo no século XXI para se perceber como a comunicação atual é extremamente acessível e rápida. E com isso, o acesso à informação também é facilitado. Isso faz com que qualquer  pessoa que queira se informar saiba tudo sobre qualquer coisa que esteja acontecendo. Pera aí, será?

O mundo atualmente, como se sabe, vive uma revolução nas comunicações. Sendo assim, centenas de milhares de informações e opiniões são vinculadas por plataformas comunicativas diariamente, em especial a internet e televisão, que aqui no Brasil pelo menos, são as maiores plataformas.

Porém, outro fato que se é sabido, é que a mídia é tendenciosa e muitas vezes acaba mostrando ao seu público somente aquilo que ela quer que seja mostrado. Dessa maneira, temos milhões de pessoas (qualquer uma, até mesmo eu, o ignorante escritor) influenciadas por matérias jornalísticas que mostram apenas parte da realidade, ou até mesmo nenhuma realidade.

O problema disso tudo é que, quando esses meios de comunicação fazem isso (apesar de estarem exercendo o seu direito de liberdade de expressão), estão dando margem para que pessoas formem e amplifiquem ideias preconceituosas a respeito de algo ou alguém.

E enquanto os meios de comunicação aumentam sua audiência e lucro, temos “cegos irracionais” que se recusam a entender os pensamentos opostos aos seus. Temos cegos que ao invés de respeitarem o próximo o ofende. Temos cegos que acabam disseminando fofocas e “dados baseados em pesquisas…” infundadas. Ou seja, temos desinformados frutos da própria informação.

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